Relacionamentos

No dia a dia do consultório, encontro muitas queixas acerca dos relacionamentos. Sejam eles interpessoais, de trabalho, de amizades, conjugais. E, percebo que, muitas vezes, são prejudicados devido a “ruídos na comunicação”.

Já sabemos que “a qualidade das nossas conversas está interligada à qualidade das nossas relações e, consequentemente, impactam na nossa qualidade de vida”.

Nem sempre temos o cuidado de perceber como nos expressamos e/ou ouvimos o que o “outro” está transmitindo.

Também, não pausamos… Existe um espaço entre o que ouvimos e o que respondemos. Porém, nem sempre respeitamos e acionamos o nosso “modo de ataque” e não utilizamos o nosso “modo de observação.

Importante estabelecer algumas atitudes que possam melhorar a nossa comunicação: – aprender a pausar; – diferenciar fato de julgamento; -externar emoções; -adotar uma comunicação não violenta; – demonstrar maturidade emocional.

“A Psicologia diz que alguns relacionamentos mudam não por escolha, mas porque as pessoas evoluem em ritmos diferentes. Relacionamentos passam por transformações constantes, e muitas vezes essas mudanças não acontecem por escolha consciente, mas pelo simples fato de que as pessoas evoluem em ritmos diferentes”.

Relacionamentos saudáveis não significam ausência de conflitos, mas sim a presença de um diálogo honesto, onde ambas as partes se sintam seguras para expressar sentimentos, pensamentos e necessidades sem medo de julgamentos ou retaliações.

“Reconhecer os sinais de um relacionamento saudável (ou não) pode ser um desafio. Muitas vezes, padrões nocivos são aprendidos ao longo da vida e se repetem de forma inconsciente”.

A Psicoterapia se constituí num espaço importante para avaliar, elaborar e entender as nossas relações sem autossabotagem e desenvolver formas mais saudáveis de se conectar consigo mesmo e com os outros.

Relacionamentos saudáveis, respeitam as diferenças, solidificam vínculos, estabelecem crescimento promovendo saúde mental.

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Lílian Gomes
Atuo como psicóloga em Ponta Grossa desde 2011, mas minha dedicação às ciências humanas e sociais vem de longe. Fui professora durante 30 anos, dando aulas do Ensino Médio ao Mestrado.

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