É ter escuta atenta e ativa, sem julgamentos, é ter empatia, por meio de teorias que embasam a prática e encontrar caminhos para as diferentes e incontáveis situações que permeiam a existência humana.
Também ter objetivos claros que definirão as abordagens e junto com os pacientes estabelecer contratos, manejos, aconselhamentos, sugerir caminhos e decisões que poderão ser tomadas a partir da análise realizada.
É um trabalho que nos possibilita estimular as mudanças necessárias e importantes ao que pode estar gerando “sofrimento, angústias, fugas, ansiedades, resistências, receios, fobias, tomada de decisão, isolamento, depressão, entre muitas outras queixas”.
Também proporciona mudanças efetivas a nível cerebral, quando a “neuroplasticidade se dá, fortalecendo novas conexões neurais, substituindo padrões disfuncionais por outros mais saudáveis”.
“Em pessoas com ansiedade, a amígdala (centro do medo) fica hiperativa. A terapia reduz essa atividade, diminuindo respostas automáticas ao estresse. A amígdala, área ligada ao controle consciente e regulação emocional, torna-se mais ativa, ajudando o cérebro a gerenciar melhor as emoções.
Estudos mostram que a terapia pode aumentar o volume de substância cinzenta em áreas como o hipocampo e o córtex pré-frontal, o que se traduz em maior equilíbrio emocional e raciocínio mais claro”.
Também proporciona melhora na vida do psicólogo quando ao se deparar com a “melhora da qualidade de vida” do seu paciente, percebe que avanços aconteceram a partir da relação transferencial e de confiança estabelecida no “setting” terapêutico. “É gratificante perceber que enquanto alguém avança na sua própria história, algo em nós também se movimenta”.
“O trabalho em Psicologia é assim: troca, construção e transformação mútua”.
Portanto, ser Psicólogo(a) é construir história de vida em parceria, facilitando o autoconhecimento e melhoria da qualidade de vida.